Blog para os amantes do paraquedismo; skydive, freefly, freesttyle, navegação de velame, swoop... Cursos AFF, ASL, BBF... FQL 2-way; 3-way; 4-way; 5-way; big-way Paraquedismo é um estilo de vida
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Sobre saídas da aeronave
Se jogar de uma aeronave a 12.000 pés com velocidade de 250Km a 300Km/h é uma brincadeira das mais divertidas.
Entretanto, para que possa curtir mais e melhor o salto, o paraquedista deve escolher a melhor saída, considerando o tipo de aeronave, a posição da porta na fuselagem da mesma e seu posicionamento em relação aos demais paraquedistas que eventualmente possam estar com ele no salto.
Uma boa prática é escolher e treinar no solo o tipo de saída que se fará, afim de que no momento do lançamento cada um saiba exatamente o que vai fazer. O que não garante que tudo sairá como planejado, afinal, muitos fatores estão intrinsecamente envolvidos neste procedimento.
Uma saída sempre será melhor se você souber exatamente que parte do seu corpo deve estar apresentada para o vento relativo. Para isto, o ideal é que cada um dos paraquedistas que estiverem na saída saibam e executem exatamente o que foi programado no treinamento no solo.
Os paraquedistas que estiveram do lado de fora do avião, (FLOATERS) deixarão a aeronave olhando para um ponto dela, geralmente a asa ou a própria porta, (muitos paraquedistas podem estar na porta, mas 4 posições possuem nomenclatura especial: ( outside-point / outside-center/ outside-tail / cameraman ) enquanto os paraquedistas que estiverem no interior da aeronave (DIVERS) (algumas posições também possuem nomenclatura especial: ( inside-point / inside-center / inside-tail ) se lançarão em direção diversa, dependendo de sua localização na porta em relação aos demais paraquedistas.
Há duas formas de sair, quando existem mais de dois paraquedistas na porta.
a) a primeira maneira é baseada no tempo de lançamento, quando haverá um "GAP" entre o primeiro e o último paraquedista a se soltar do estribo da aeronave;;
b) a segunda maneira se baseia na intensidade do impulso que cada Floater imprimirá para melhor receber o vento relativo.
Há duas formas de sair, quando existem mais de dois paraquedistas na porta.
a) a primeira maneira é baseada no tempo de lançamento, quando haverá um "GAP" entre o primeiro e o último paraquedista a se soltar do estribo da aeronave;;
b) a segunda maneira se baseia na intensidade do impulso que cada Floater imprimirá para melhor receber o vento relativo.
Quanto aos paraquedistas no interior da aeronave, observamos aquele que estiver mais próximo da asa, se lançará para frente como um goleiro, oferecendo o peito ao vento relativo, sua mão e seu braço que estiverem voltados para o meio da porta estarão mais baixos do que a mão e o braço do lado oposto, eles também olharão para a aeronave, mas apenas com sua visão periférica, já que sua referência será a base da formação, o COACH ou o LO do treinamento. O Diver que estiver próximo aos paraquedistas da porta, do lado do "profundor" dará um "passo em falso", como se estivesse tropeçando no ar, assim ambos os divers que se lançam poderão receber o vento relativo.
Se houverem outros paraquedistas saindo do interior da aeronave em uma segunda linha, os mesmos seguem uma regra semelhante, entretanto, quanto mais afastado da porta o Diver estiver, mais impulso ele dará no lançamento e mais imbicado para baixo se jogará, como se lançando em direção aos demais DIVERS.
Após a segunda linha se DIVERS os paraquedistas deixam a aeronave já em direção à formação, afim de ganhar tempo e chegar rapidamente no seu SLOT para efetuar o GRIPP.
A segurança de todos depende da atitude de cada um, por isso é importante considerar alguns aspectos nos saltos com 2 ou mais paraquedistas:
1 - Faça exatamente o que foi programado e treinado no solo, não invente nada durante o tempo que estiver na aeronave, muito menos durante o salto;
2 - Se ocorrer algum imprevisto durante o salto, certifique-se de que o procedimento que você fará para retornar à programação do salto não colocará ninguém em risco;
3 - Se por ventura você se encontrar acima ou abaixo dos demais paraquedistas e perceber que não haverá possibilidade de entrar na formação, mantenha contato visual e comande com o seguinte critério.
a) se estiver acima da formação, comande mais alto conforme o que tenha sido combinado em solo;
b) se estiver abaixo da formação, comande mais baixo do que os demais paraquedistas, sempre observando-os.
c) Em ambas as situações, faça o track de afastamento observando os demais.
4 - Existem dois conjuntos de linhas imaginárias que traçamos nos saltos com 3 ou mais paraquedistas. Elas sâo chamadas de "Quadrantes" (espaços criados por linhas que traçamos cortando a figura da base como uma piza) e "Radiais" (espaço de subdivisão dos quadrantes) que determinam o traçado de deslocamento dos paraquedistas entre a saída da aeronave e o gripp na formação.
O ideal é que cada paraquedista que compõe o grupo do salto observe e mantenha-se em seu "QUADRANTE" e em sua "RADIAL", afim de evitar as áreas chamadas de "ZONA VERMELHA", que são as áreas acima e abaixo de outro paraquedista.
Estas áreas, "CONES IMAGINÁRIOS" são perigosas pois representam risco de perda de sustentação para o paraquedista que esteja acima quando outro se coloca abaixo dele.
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E depois do AFF?
Frequentemente eu tenho sido procurado por colegas atletas e aspirantes a paraquedistas para falar sobre o que poderão fazer após a conclusão do curso AFF. A questão não é nada simples e qualquer resposta sempre deixará algum aspecto por incompleto.
Aqui vou tentar falar sobre alguns aspectos.
Aqui vou tentar falar sobre alguns aspectos.
A primeira questão que precisamos considerar é qual modalidade do paraquedismo o atleta recém formado pretende buscar. Aqui começa o problema, pois o recém formado nem sempre sabe quais são as modalidades disponíveis no paraquedismo e o que cada uma faz, neste Blog você encontra uma breve consideração sobre algumas modalidades clicando AQUI.
Para além da questão da modalidade precisamos pensar na frequência com que o novo atleta pretende praticar o esporte. Dependendo da quantidade de saltos que ele fará, pode ser que valha a pena investir um pouco mais e comprar seu proprio equipamento, além das roupas e apetrechos necessários para a prática do esporte. É mandatório que o Skydive compre os seguintes equipamentos:
1 - Capacete;
2 - Altímetros; (pelo menos 1 digital e 1 sonoro);
3 - Macacão apropriado para a modalidade que o atleta pretende se especializar.
Além desses é extremamente recomendável a aquisição de:
1 - Altímetro digital;
2 - Luvas;
3 - Cinto de lastro (especialmente para paraquedistas mais longilíneos).
E, no caso de decidir por fazer um número grande de saltos mensalmente:
1 - Equipo completo (este só deve ser adquirido quando o Skydive estiver saltando com paraquedas principal adequado para o seu peso, isto leva, em media 50 a 100 saltos para estabelecer com segurança, pois aí ele pode usar o mesmo equipamento por 500 ou 1000 saltos antes de evoluir para um velame menor).
Não tenha pressa, vá adquirindo conforme suas possibilidades e sempre busque apoio de paraquedistas mais experientes para não comprar coisas que não servirão para a finalidade que se destinam. Por exempli, nada adianta adquirir um capacete aberto se você pretende praticar FREE-FLY, para esta modalidade o mais indicado é o modelo FULL-FACE que possui viseira e aumenta o conforto durante as manobras em queda livre.
Esperamos que cada novo Skydive seja um entusiasta do esporte e observe as regras de segurança, mas isto não é fácil. Há um fenômeno conhecido como "Normalização do Erro" que é facilmente observado quando analisamos mais criteriosamente uma ZL, uma equipe ou mesmo um atleta. Este fenômeno é caracterizado pela não observação de alguma regra ou procedimento de segurança. Um exemplo muito observado é o não uso do "CINTO DE SEGURANÇA" pelo atleta entre o momento da decolagem e a altitude de 1.000 FT, recomendada pelas normas da CBPQ e de segurança, há inúmeras outras mas isto é assunto para outra postagem.
Qualquer que seja a modalidade escolhida pelo atleta, a frequência com que ele pretende praticar e o local onde fará seus saltos, todos os atletas recem formados deverias fazer o curso BBF, pois é neste curso que o recém formado aprenderá as técnicas necessárias para que se habilite a saltar com mais atletas. O ideal seria que o atleta aproveitasse o período entre seu primeiro salto anpós de formado no curso AFF e o seu 50 salto, quando terá condições de receber autorização na Categoria B, e que o permitirá saltar com outros atletas da mesma categoria.
Mais do que permitir aos atletas recem formados no curso AFF o domínio das técnicas de movimentos em queda livre, o curso BBF tornará o Skydiver melhor preparado para realizar seus saltos com mais paraquedistas com segurança, uma vez que fará com que ele se torne capaz de realizar trabalho relativo de velocidade com altitude, deslocamentos para frente, para trás e para os lados de maneira suave e que permitirá uma aproximação mais segura e precisa e um gripe mais confortável sem comprometer as formações.
Nenhum paraquedista da modalidade salto livre é obrigado a fazer o curso BBF, mas, sem nenhum medo de errar eu afirmo que aqueles que cumprem esta etapa correm muito menos risco e causam muito menos riscos, incidentes e acidentes com outros atletas ou com superfícies do que aqueles que não passam pelo curso BBF.
Espero que este artigo contribua para o esporte, forte abraço a todos e bons saltos!
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abril 27, 2017
A meta do padrão de pouso
Todo Skydiver e paraquedista militar sabe que mais de 70% dos acidentes ocorrem durante ou próximo às manobras de pouso. Muitos desses acidentes ocorrem em virtude de transito de paraquedistas distraídos ou que cometem algum tipo de procedimento inadequado, ou acima das suas habilidades ou ainda porque resolvem não seguir as regras do pouso seguro.
Neste artigo abordarei exatamente as causas das "COLISÕES", pois em última análise, são elas que causam danos que podem ser letais ou mortais aos que cometem algum tipo de erro durante o procedimento de pouso. Entretanto quero ressaltar que nem todo erro é resultado de inabilidade por imperícia, imprudência ou negligência do saltador. Há situações em que fatores externos podem ser a base do acidente durante o pouso.
Seja qual for a causa, podemos reduzir os riscos de ocorrencia tomando algumas medidas.
Existem 3 tipos de colisões:
1 - Com outro paraquedista;
2 - Com obstáculos e
3 - Com o solo
As colisões com outros paraquedistas estão fortemente relacionadas aos erros de navegação na proximidade do pouso e a desatenção do paraquedista em sua aproximação ou após o seu pouso. Muitas vezes o paraquedista já no solo pode ser atingido por outro PQDt que está aterrizando, esse tipo de acidente pode ser exitado mantendo-se atendo e de olho nos demais paraquedistas que ainda estão navegando após o seu pouso. - Olhe para cima após pousar, de preferencia, mantenha-se de frente para a direção do vento pois os demais paraquedistas tendem a pousar de vento de nariz. Fique o mínimo de tempo parado na área de pouso. Após pousar faça seus freios, recolha seu velame e vá para a área de dobragem;
Os acidentes com obstáculos são mais frequentes quando o PQDt possui menos habilidade na navegação com seu velame, especialmente quando o vento está mais forte, quando o vento está mudando de direção com muita frequência e/ou quando o PQDt ainda não se familiarizou com a velocidade e a capacidade de resposta aos comando de seu velame;
Enquanto os impactos contra o solo costumam ser mais comuns acontecerem por erros de cálculo de velocidade e altitude para freios e/ou curvas baixas, intencionais ou não.
Há sites que orientam quanto aos cuidados que devemos ter para evitar acidentes durante os pousos.
O "Ritmo skydive" é um canal do YOUTUBE que pode ajudar muito a entender as caausas e evitar os acidentes durante seu pouso. Enquanto no Site desta escola você pode inclusive agendar um curso ou participar de discussões sobre segurança, navegação e modalidades de Saltos Livres. Veja em RHYTHM SKYDIVE.
Observar o pouso dos paraquedistas que chegam primeiro é uma boa medida para um bom pouso. Eles chegam primeiro por algumas razões:
a) Comandam em altitudes mais baixas;
b) Navegam com velames mais velozes e
c) Possuem mais habilidades para navegar e pousar.
Mas, use apenas as referências dos mais habilidosos, não tente imitá-los, pois muitas vezes os mais habilidosos realizam manobras que estão acima da sua capacidade.
Siga a mesma direção e sentido dos que estão a frente, evitando as colisões frontais. Observe atentamente ao seu redor, especialmente os lados, acima e abaixo, pois sua visão natural é à sua frente e atras de você fica muito difícil de enxergar, portanto a mesma coisa acontece com quem está a sua frente e mais baixo que você.
Se houver necessidade de desviar de alguém, sempre execute curva para a direita, o outro Skydiver fará o mesmo, mas cuidado com a sua altitude, quanto mais baixo menos agressiva deve ser a sua curva, afim de evitar que ocorram acidentes decorrentes de curvas baixas.
Faça uma navegação previsível, evite manobras fora do padrão ou que possam deixar outros paraquedistas em rota de colisão com você. Procure sempre observar os Pontos "A", "B" e "C" e estar na altitude ideal em cada um deles, se estiver mais alto, ceda a preferência para quem está mais baixo.
Sempre que for saltar em uma nova ZL procure observar outros Paraquedistas pousando, faça uma inspeção ao redor da "Área de Pouso" observando a presença de obstáculos e possíveis áreas de fuga em caso de emergências ou intercorrências;
Procure aterrizar com seu velame nivelado ao solo, sem angulações em relação ao horizonte, as angulações aceleram o velame e dificultam o pouso, especialmente as decorrentes de curvas baixas;
Reduza a velocidade com meio freio se você perceber que está muito veloz, mas, cuidado, alguns modelos de velame precisam de todo o "curso" do freio para parar, então, converse com alguém mais experiente e leia o manual de instruções do seu velame, você encontra algumas informações a este respeito neste blog na página TIPOS DE VELAME.
Bons saltos e suaves pousos.
Washington Ramos Castro CBPq 86736
Fonte:
1 - http://www.rhythmskydiving.com/
2 - http://paraquedismodobrasil.blogspot.com.br/2016/04/vai-comprar-um-velame-da-pd-que-velame.html
3 - https://www.cbpq.org.br/site/
4 - https://www.facebook.com/skydivewashington/
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COMO SE TORNAR UM PARAQUEDISTA - CURSO AFF
Etapas do Curso AFF - Accelerated Free Fly
Antes de entrar em uma aeronave para saltar, o Aluno aspirante a paraquedista precisa assistir 10 horas/aula de curso. Esta é a parte teórica da capacitação, fundamental, pois o aluno se familiarizará com os instrumentos e equipamentos de paraquedismo e aprenderá como proceder em caso de pane ou de algum evento não programado.
Também antes de ingressar no avião, o aluno será submetido a um curso prático, onde treinará em uma prancha para aprender e familiarizar-se com a posição de queda livre (BOX); além disso será instruído em um falso avião sobre os procedimentos de checagem e lançamento, isto é, a saída da aeronave durante o voo; por fim, será submetido a treinamento em falso paraquedas sobre os procedimentos de comando, checagem visual e funcional e procedimentos de emergência em caso de pane, só depois disso, estará pronto para vestir seu jumpswite (Macacão), colocar seu Capacete, óculos, altímetro analógico e checar a altitude, zerando em solo, ajustar seu Conteiner (equipamento semelhante a uma mochila onde estão: O paraquedas principal; o paraquedas reservas e o DAA - Dispositivo de Abertura Automática - Obrigatório para todos os paraquedistas em atividade no Brasil.
NÍVEL 1
Neste primeiro salto, o objetivo do aluno será manter estabilidade e consciência de altitude e distância, realizar simulações de comando (Liberar o paraquedas), e realizar o real comando do paraquedas. Dois instrutores Jamp Masters (JM) acompanharão o aluno, um de cada lado.
NÍVEL 2
O aluno deve repetir os exercícios do nível 1 e ainda realizar curvas de 90º (noventa) graus para ambos os lados e movimento a frente, em direção ao JM. Este salto também é acompanhado por 2 JM.
NÍVEL 3
Os instrutores soltarão o aluno pela primeira vez (permanecendo sempre próximo) e ele deverá realizar todos os exercícios anteriores. Este é o último salto com dois JM, para os alunos que realizarem a tarefa.
NÍVEL 4
O aluno deve repetir os exercícios do nível 2 mas agora solto. Apenas um instrutor (JM) permanecerá ao lado do Aluno durante todo o salto.
NÍVEL 5
Os mesmos exercícios serão repetidos, acrescentando curvas de 360° (trezentos e sessenta) graus para ambos os lados, neste salto o JM soltará o Aluno assim que este estiver em posição Box (Selado).
NÍVEL 6
O aluno deve fazer um back looping (Girar cambalhota para trás) e um front looping (Girar cambalhota para frente). O objetivo é perder a estabilidade e voltar para a posição BOX (Selado) sozinho, sem ajuda do instrutor.
NÍVEL 7
Os mesmos exercícios são repetidos, acrescentando curvas de 360° (trezentos e sessenta) graus para ambos os lados e um track (Deslocamento para a frente, sem perda perceptivel de altitude.
NÍVEL 8
Salto solo. O aluno saltará e pousará sozinho, comprovando que está apto a progredir para a Categoria AI (Aluno em Instrução).
A partir deste momento, o aluno poderá saltar em áreas autorizadas pelo seu JM. Entretanto, ele ainda usará equipamento STUDENT, assim como o seu DAA estará nesta posição.
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Segurança. Palavra de ordem no paraquedismo
No solo faz-se um “plano de voo”, “briefing” sobre o tipo de salto (voo solo, ou em formação envolvendo 02 ou mais paraquedistas) podendo ser em estilos diferentes ou seja: belly (barriga) , free fly (estilo livre), tracking (deslocamento), saltos em formação (TR – Trabalho Relativo).
Faz-se uma simulação em solo das manobras que estarão previstas, muito importante verificar a direção do vento, baseando-se na “biruta” instrumento que dá a direção do vento e caso a mesma não esteja inflada de forma bem definida, devemos nos basear na “seta” que determinará a direção em que devemos pousar ou seja: “de nariz”, contra o vento, evitando curvas baixas e vento de través (vento lateral) e de costas o que pode tornar o pouso muito arriscado.
Vale dizer que a direção do vento pode se alterar durante a subida antes mesmo do lançamento, e sendo assim; uma mudança do plano antes do pouso deverá ocorrer para que seja ajustada essa nova situação. O princípio é o mesmo utilizado para pouso e decolagens de aeronaves aonde consideramos que o nosso velame (paraquedas) é a nossa “asa” que vai nos permitir, desde que em boa ordem de funcionamento e com os comandos adequados realizados pelo paraquedista, um pouso suave e seguro. A direção do vento vai nos indicar qual será a nossa “área de espera” (faixa compreendida entre os 2.500 a 1.500 pés) antes de iniciarmos os procedimentos finais (pontos A: 1000 pés, B: 600 pés e C: 300 pés) para o pouso.
As áreas costumam ter preferência de curva em relação ao alvo, outro detalhe fundamental a ser considerado antes do paraquedista subir para ser lançado é a velocidade do vento que pode inclusive variar entre camadas (altitudes diferentes) e sendo assim existem restrições baseadas na categoria e experiência de cada paraquedista, camadas de nuvens também são consideradas pois elas comprometem a visibilidade durante o salto.
No “briefing” (reunião antes do salto) muitas vezes utiliza-se a fotografia aérea que toda área de salto bem estruturada possui, essa fotografia facilita o entendimento da trajetória à ser planejada. Antes da saída verifica-se o PS (ponto de saída / lançamento) e todas as suas variáveis – sentido do avião em relação a área de pouso, e uma das mais importantes principalmente para os deslocamentos tipo tracking em alta velocidade e com alcance significativo na horizontal.
Ao se preparar para embarcar faz-se uma primeira checagem visual do equipamento e dos seus dispositivos de segurança. Após a equipagem é feita uma nova checagem em solo antes do embarque na aeronave (normalmente auxiliado por outro paraquedista) e, recomenda-se uma terceira checagem à bordo momentos antes do lançamento.
Dentro da aeronave evitam-se movimentos bruscos para evitar contatos desnecessários com a finalidade de preservar a integridade do equipamento evitando também acidentes tais como uma abertura precipitada e indesejada do equipamento o que poderia comprometer seriamente a segurança de todos dentro da aeronave.
Ao se preparar para embarcar faz-se uma primeira checagem visual do equipamento e dos seus dispositivos de segurança. Após a equipagem é feita uma nova checagem em solo antes do embarque na aeronave (normalmente auxiliado por outro paraquedista) e, recomenda-se uma terceira checagem à bordo momentos antes do lançamento.
Dentro da aeronave evitam-se movimentos bruscos para evitar contatos desnecessários com a finalidade de preservar a integridade do equipamento evitando também acidentes tais como uma abertura precipitada e indesejada do equipamento o que poderia comprometer seriamente a segurança de todos dentro da aeronave.
Antes da entrada na aeronave os paraquedistas trocam informações que determinarão a sequência /ordem de lançamento(saltos) visando garantir a segurança e, para isso; são considerados: tipo do salto que será realizado por cada paraquedista, altitude prevista de comando (abertura) do seu respectivo paraquedas, peso do paraquedista e o tamanho do velame (paraquedas), normalmente os saltos em formação são os primeiros à saírem, o deslocamento dos paraquedistas dentro da aeronave também segue uma ordem racional visando o balanceamento/distribuição do peso de forma a manter a aeronave equilibrada, saltos tipo tandem (duplos) costumam ser lançados por último. Após essas informações serem processadas fica estabelecida uma ordem lógica que irá determinar o lugar que cada paraquedista ocupará sentado dentro da aeronave e é recomendável procurar saber sobre a cor dos velames principalmente dos paraquedistas que deverão saltar próximo a sua ordem de sequência, isso pode ajudar numa avaliação do trafego durante a pilotagem do seu velame e contribuindo para diminuir desta forma possíveis riscos de colisão. São também adotados os seguintes procedimentos de segurança:
1. Entrada na aeronave com o capacete vestido e afivelado, permanecendo assim até os 1.500 pés.
2. Cinto de segurança também deverá estar afivelado até esta mesma altitude.
3. Após os 1.500 pés, capacetes e cintos poderão ser retirados até os momentos que antecedem o salto.
4. Caso haja algum salto intermediário tipo ”hop & pop” (saída seguida de abertura do paraquedas) em baixa altitude normalmente realizadas aos 6.000 pés antes e durante a abertura da porta deve-se também permanecer com o capacete na cabeça.
5. Quando a luz vermelha estiver acessa indica-se que estamos nos aproximando do ponto de lançamento /saída (PS) e a porta da aeronave deverá ser aberta por quem estiver mais próximo a ela, normalmente o(s) primeiro(s) a sair(em).
6. Quando a luz verde estiver acesa significa que estamos liberados para o salto e que a aeronave já reduziu a rotação do(s) seu (s)propulsor(es) e se posicionou adequadamente para o lançamento, esses avisos luminosos são acompanhados de um aviso sonoro intermitente.
7. Antes do paraquedista se lançar ele verificará visualmente as condições gerais ao seu redor (paraquedistas em salto, dando um intervalo de alguns segundos entre um salto e outro) e principalmente ele deverá visualizar a área de pouso, ou seja, o seu destino final onde estará seu alvo.
2. Cinto de segurança também deverá estar afivelado até esta mesma altitude.
3. Após os 1.500 pés, capacetes e cintos poderão ser retirados até os momentos que antecedem o salto.
4. Caso haja algum salto intermediário tipo ”hop & pop” (saída seguida de abertura do paraquedas) em baixa altitude normalmente realizadas aos 6.000 pés antes e durante a abertura da porta deve-se também permanecer com o capacete na cabeça.
5. Quando a luz vermelha estiver acessa indica-se que estamos nos aproximando do ponto de lançamento /saída (PS) e a porta da aeronave deverá ser aberta por quem estiver mais próximo a ela, normalmente o(s) primeiro(s) a sair(em).
6. Quando a luz verde estiver acesa significa que estamos liberados para o salto e que a aeronave já reduziu a rotação do(s) seu (s)propulsor(es) e se posicionou adequadamente para o lançamento, esses avisos luminosos são acompanhados de um aviso sonoro intermitente.
7. Antes do paraquedista se lançar ele verificará visualmente as condições gerais ao seu redor (paraquedistas em salto, dando um intervalo de alguns segundos entre um salto e outro) e principalmente ele deverá visualizar a área de pouso, ou seja, o seu destino final onde estará seu alvo.
Durante o salto após a abertura é feita uma checagem visual e funcional do equipamento verificando se esta tudo funcionando em boa ordem, (no caso de uma anormalidade que comprometa a segurança do voo, o paraquedista realizará os procedimentos de emergência desconectando o seu velame principal e acionando o paraquedas reserva) estando tudo em ordem o paraquedista se dirigira para a área de espera (altitude compreendida entre os 2500 e 1500 pés) iniciando os procedimentos finais (pontos A, B e C) para um pouso seguro.
Em solo o paraquedista recolherá o seu velame de forma adequada visando a preservação do mesmo (evitando avarias) transportando-o até a área de dobragem.
Após o salto um “debriefing” faz-se necessário para aperfeiçoar o mesmo.
Após o salto um “debriefing” faz-se necessário para aperfeiçoar o mesmo.
Fonte: DF - skydive Foz
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